Inteligência Artificial e Terapia: entre o espelho e o encontro humano

A cultura contemporânea tem promovido um deslocamento silencioso, porém profundo, na forma como os indivíduos constroem sua identidade. Aquilo que antes se organizava a partir de valores, vínculos e projetos de vida passa, progressivamente, a ser mediado por objetos, marcas e experiências adquiridas. Consumir deixa de ser apenas uma resposta a necessidades práticas e passa a funcionar como uma linguagem por meio da qual o sujeito comunica quem é, ou quem deseja ser.

 

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Colunas da edição

Camila Aagesen | Viagem na babagem

“Tá todo mundo viajando! Tá na moda!” – Ainda bem.

Flávia Costa| Trabalho por si e em si

O consumo como atalho de legitimidade – o que preciso ter para parecer ser profissional?

Luiz Guedes | Diário do sentido

Quem é idiota em um mundo onde sábio é consumir como um imbecil?

Laiza Sena | Lentes sociais

O preço do reconhecimento

Ronnedy Paiva | Barba, cabelo e bigode

O consumo de ideias e a forma como isso pode moldar a masculinidade

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Papo Psi

Ludoanra Barros reflete sobre sentido, liberdade e responsabilidade no cotidiano.

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História de sentido

Na história de sentido dessa edição, David Sena conta sobre sua experiência voluntária na Amazônia

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